Práticas e experiências no contexto neuropsicopedagógico.

ISBN 978‐85‐7993-556-5

Autor/Organizadores: Andréa Carla Machado; Suzelei Faria Bello; Karina Kelly Borges

APRESENTAÇÃO

 

 

Desde nosso início no curso de Pós-Graduação em Neuropsicopedagogia, nós como docentes sempre tivemos a missão, digamos assim, de auxiliar as alunas a pensarem e olharem como cientistas, ou seja, desenvolver o intuito de investigação, além de correlacionarem a teoria com a prática clínica, apurando os sentidos para fazerem uso do que a ciência proporciona de melhor, suas evidencias. Pois esse é o propósito maior para a área, compartilhar experiências para que juntos pudéssemos avançar e contribuir para o fazer da ciência.

 

É com enorme prazer e privilégio especial apresentarmos os trabalhos das alunas do curso de Formação em Neuropsicopedagogia, intitulado PRÁTICAS E EXPERIÊNCIAS NO CONTEXTO NEUROPSICOPEDAGÓGICO.

 

O que acrescenta ainda mais importância a este livro é o corpo sempre crescente de evidências demonstrando que, mais do que qualquer outro domínio das principais atividades da vida, a esfera educacional é imensamente afetada pelos transtornos apresentados aqui e relativamente comuns no contexto da escola.

 

Este exemplar comprova este fato de modo mais convincente. Toda a educação está baseada em um único princípio: comprometimento.

 

O sucesso neste contexto exige um esforço bem maior por parte das crianças com transtornos, em comparação com as crianças padrão, porque coloca grande sobrecarga em sua capacidade limitada para a auto regulação em relação ao tempo e ao futuro.

 

Os resultados desses prejuízos estão delineados aqui. E mais importante, os autores apresentam um arcabouço de instrumentos utilizado para investigação, importante aspecto que traduz uma verificação baseada em evidências científicas, trazendo a seriedade nos levantamentos clínicos. Com isso, o que consideramos especial nas extensas técnicas articuladas aqui é que elas estão fundamentadas na ciência, em vez de modismos didáticos, em crenças populares ou mero “bom senso clínico”.

 

 Vemos aqui avanços científicos para fundamentar a prática clínica em termos de manejo educacional. Os autores merecem nossos parabéns pelo empenho substancial envolvido na publicação deste trabalho.

 

Estamos certas que o leitor o considerará tão informativo e instrutivo quando nós o julgamos, para abordar a avaliação e o tratamento de crianças com transtornos do Neurodesenvolvimento no contexto escolar e clínico.

 

As organizadoras

Andréa, Suze e Karina.

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